
Aos dezenove anos, vivendo uma juventude plena onde vale tudo, eu e amigos estamos curtindo a irresponsabilidade de sermos jovens.
Cabeludos, o que dá nome a equipe “Tarântula”, com nossos carros rebaixados e a testosterona a mil, nos encontramos aos fins de noites em um bar de esquina, para comer pizza e contar as peripécias e conquistas da noite. Como a pizza “meio-a-meio”, que se degusta naquele instante, metade do que se diz é exagero, como tudo que se faz na adolescência.
Conhecemos como nunca as particularidades de cada um dos amigos, de cada uma das conquistas, de cada um dos sonhos, e, vivemos a jovialidade plena cheia de entusiasmo e desejos.
Muitos bailes de formatura, muitas idas a Santos, festivais de Rock em Iacanga, Bauru, acampamentos em Iporanga, Peruíbe, Interlagos e a liberdade de ser redundantemente livre...
Uma liberdade assistida muito ao longe pelos nossos pais, que sem angústia nem estresse, nos aguarda chegar de madrugada e conseguem dormir o sono de Morfeu.
Imaginem entrar neste exato momento, em um túnel do tempo e ao sairmos do outro lado nos depararmos com a morte de Jimi Hendrix, o maior guitarrista de todos os tempos, de Albert Hofmann, o pai do LSD que fez a cabeça do Hippies, e mais, com o fim de nossas magrezas e imensas cabeleiras!
Para muitos seria uma tragédia, mas para outros como nós, a alegria de viver nossa eterna juventude. Foi justamente o que aconteceu com nossa turma de jovens.
Após trinta e cinco anos, nos deparamos com os grandes amigos dos tempos de adolescência e temos a oportunidade divina de poder reviver uma época de ouro, tendo a certeza que todos se deram bem, constituíram famílias e nossos filhos hoje têm a idade que tínhamos quando nos conhecemos.
Muitas vezes, não observamos em vida a possibilidade de parar e pensar o que fomos, e que continuamos a ser felizes ainda nos dias de hoje. A possibilidade de viver um passado que não volta mais, um passado vivido a distância também por nossos amigos, o qual fará parte “eternamente enquanto dure”, de nossos presentes.
Graças a um destes amigos de sangue, o Daniel, estamos tendo o privilégio de nos contatar novamente.
Todos cinqüentões, garotos de espírito, torcendo por um encontro de “corpo presente”, onde voltaremos a ter novamente dezenove anos de idade, sem os exageros da juventude, nem, infelizmente, o jorro da testosterona, mas com a saudade e o respeito pelos eternos irmãos...
Cabeludos, o que dá nome a equipe “Tarântula”, com nossos carros rebaixados e a testosterona a mil, nos encontramos aos fins de noites em um bar de esquina, para comer pizza e contar as peripécias e conquistas da noite. Como a pizza “meio-a-meio”, que se degusta naquele instante, metade do que se diz é exagero, como tudo que se faz na adolescência.
Conhecemos como nunca as particularidades de cada um dos amigos, de cada uma das conquistas, de cada um dos sonhos, e, vivemos a jovialidade plena cheia de entusiasmo e desejos.
Muitos bailes de formatura, muitas idas a Santos, festivais de Rock em Iacanga, Bauru, acampamentos em Iporanga, Peruíbe, Interlagos e a liberdade de ser redundantemente livre...
Uma liberdade assistida muito ao longe pelos nossos pais, que sem angústia nem estresse, nos aguarda chegar de madrugada e conseguem dormir o sono de Morfeu.
Imaginem entrar neste exato momento, em um túnel do tempo e ao sairmos do outro lado nos depararmos com a morte de Jimi Hendrix, o maior guitarrista de todos os tempos, de Albert Hofmann, o pai do LSD que fez a cabeça do Hippies, e mais, com o fim de nossas magrezas e imensas cabeleiras!
Para muitos seria uma tragédia, mas para outros como nós, a alegria de viver nossa eterna juventude. Foi justamente o que aconteceu com nossa turma de jovens.
Após trinta e cinco anos, nos deparamos com os grandes amigos dos tempos de adolescência e temos a oportunidade divina de poder reviver uma época de ouro, tendo a certeza que todos se deram bem, constituíram famílias e nossos filhos hoje têm a idade que tínhamos quando nos conhecemos.
Muitas vezes, não observamos em vida a possibilidade de parar e pensar o que fomos, e que continuamos a ser felizes ainda nos dias de hoje. A possibilidade de viver um passado que não volta mais, um passado vivido a distância também por nossos amigos, o qual fará parte “eternamente enquanto dure”, de nossos presentes.
Graças a um destes amigos de sangue, o Daniel, estamos tendo o privilégio de nos contatar novamente.
Todos cinqüentões, garotos de espírito, torcendo por um encontro de “corpo presente”, onde voltaremos a ter novamente dezenove anos de idade, sem os exageros da juventude, nem, infelizmente, o jorro da testosterona, mas com a saudade e o respeito pelos eternos irmãos...

Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirFala tio martins!
ResponderExcluirMuito boa essa natéria, parece muito com minha juventude mas 35 anos mais tarde. Fico feliz de mesmo tanto tempo depois parecer com você e meu pai, pois são otimos homens.
um abraço do seu sobrinho, pedro